NO AR

Musical

Com: ..
Horário: Das 20hs às 00hs
TOP MÚSICA
  • 1
    SIMONE E SIMARIA

    SIMONE E SIMARIA

    LOKA
  • 2
    HENRIQUE E JULIANO

    HENRIQUE E JULIANO

    VIDINHA DE BALADA
  • 3
    MAIARA E MARAISA

    MAIARA E MARAISA

    SORTE QUE CÊ BEIJA BEM
  • 4
    EDUARDO COSTA

    EDUARDO COSTA

    FORRÓ E PAIXÃO
  • 5
    MARILIA MENDONÇA

    MARILIA MENDONÇA

    EU SEI DE COR
PEÇA SEU SOM
Nome:

Email:

Cidade / UF:

Pedido:

Por medida de segurança, digite os 5 dígitos
do código exibido abaixo

9p7zd
 

Notícias »

20 de Dezembro de 2012
Que venha o sol!
Com bom senso e proteção adequada, é possível evitar os transtornos causados à saúde pelos raios ultravioletas
Clique para ampliar

O calor leva as pessoas para as ruas, multiplica as atividades ao ar livre e aumenta a exposição ao sol. Mas antes de tirar a roupa e aproveitar o período nos parques, praias e piscinas, é preciso escolher a proteção certa. O espectro solar é composto por uma série de radiações e quase todas podem atuar de forma benéfica, quando bem aproveitadas. Entretanto, expor-se de modo inadequado pode acarretar de inconvenientes a sérios problemas para a saúde.

Os raios mais nocivos são os ultravioletas A e B. Os primeiros possuem a mesma intensidade o dia todo e penetram profundamente na derme. São responsáveis pelo cobiçado bronzeado, porém contribuem para o envelhecimento, flacidez e rugas. Já os UVB são fonte de vitamina D e ficam mais intensos nos horários de pico solar. Como atingem camadas superficiais da pele e são os principais causadores do câncer cutâneo, o sol entre 10 e 16 horas deve ser evitado.

O bronzeamento é, cientificamente, uma reação contra as radiações solares. Os raios estimulam o organismo a produzir melanina, pigmento natural que reduz a penetração de UVA e UVB. O mecanismo de produção começa a ser ativado nos primeiros dias de exposição ao sol – por isso, no início das férias, é indicado usar fatores de proteção mais elevados.

“Em resumo, o bronzeado é uma defesa acionada pelo organismo após o dano já ter ocorrido”, alerta a dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SDB) – Regional Paraná, Christine de Campos Graf Guimarães. Assim, a recomendação é tomar apenas a quantidade de sol necessária para a absorção de vitamina D (cerca de 20 minutos por dia) e, no restante do tempo, caprichar no uso de barreiras físicas e químicas.

Segundo a dermatologista, expor-se recorrentemente ao sol faz com que a estrutura natural de reparo do organismo contra os danos causados pela radiação se perca com o passar dos anos. “Bronzear-se é um risco que a pessoa assume; se ela toma essa decisão, deve estar ciente de que está aumentando o risco de desenvolver problemas dermatológicos e câncer de pele”, lembra Christine.

Algumas cútis são privilegiadas, pois bronzeiam facilmente e têm risco menor de desenvolver efeitos colaterais, mas isso não significa que estão livres de sofrê-los. “Em pessoas mais claras, as ‘torradas’ de final de semana favorecem o surgimento de um tipo de câncer chamado melanoma, que é um tumor agressivo”, avisa a dermatologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Marli Maria Freitas.

Segundo o chefe do serviço de dermatologia do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Dolival Lobão, ferimentos causados pelo sol que não cicatrizem em uma semana devem ser avaliados por um especialista, bem como as “pintas” que mudarem de forma e tamanho. Quando diagnosticado e tratado correta e precocemente, o câncer de pele tem quase 100% de chance de cura.

 

Roupas com filtro estão se popularizando

Uma alternativa aos protetores solares são as roupas com filtro, vendidas em lojas especializadas. “É uma boa opção para crianças, que não gostam de parar o que estão fazendo para reaplicar o creme”, diz a dermatologista Christine de Campos Graf Guimarães, que compra camisetas, bermudas e bonés para os filhos.

Segundo a fabricante UVline, as peças são capazes de filtrar 98% dos raios UV. A proteção é garantida por dois processos diferentes para tecidos sintéticos e de algodão. Os primeiros são confeccionados com fios à base de dióxido de titânio e o segundo recebe um aditivo no tingimento.

As peças são certificadas pela Agência Australiana de Proteção à Radiação e Segurança Nuclear (Arpansa, na sigla em inglês) e não perdem a eficácia com o uso – as instruções de lavagem são as mesmas das roupas comuns.

Para os adultos, há saídas de praia, maiôs chapéus, calças para caminhada e blusas, entre outras peças. Os preços variam conforme o modelo. Uma camiseta de secagem rápida, por exemplo, custa em média R$ 129 (infantil e adulto). Bonés são encontrados a partir de R$ 29. Já o maiô feminino é vendido por R$ 189. As coleções seguem as cores e padrões da moda, como as roupas convencionais.


+ NOTÍCIAS


Copyright © 2018 - Radio Cidade Jandaia LTDA