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Notícias » Economia

07 de Agosto de 2017
Custo da cesta básica em julho no Vale do Ivaí, teve queda de 5,91%
Candido Lourençon
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Em julho o custo do conjunto de alimentos essenciais no Vale do Ivaí, denominado de Cesta Básica,  teve recuo pelo quarto  mês consecutivo, fechando em R$ 342,56, representando uma queda 5,91% em relação a  do mês de junho, segundo levantamento efetuado pela equipe econômica da Rádio  Jandaia.  Em junho  o custo  da cesta básica havia ficado em R$ 364,08.

 

Porto Alegre continua sendo a capital  com  a cesta mais cara do Brasil  ( R$ 453,56),  seguida por São Paulo (R$ 445,83), Florianópolis (R$ 439,87) e Rio de Janeiro (R$ 425,62). Os menores valores médios foram observados em Rio Branco (R$ 332,06) e Salvador (R$ 357,28).

 

Os produtos da Cesta Básica e suas respectivas quantidades mensais  foram definidos pelo Decreto 399 de 1938, que continua em vigor.  A pesquisa da Cesta Básica de Alimentos (Ração Essencial Mínima) é  realizada hoje pelo Dieese nas vinte e sete  capitais do Brasil levantando o preço de treze produtos de alimentação.

 

Dos 13 produtos pesquisados na região, 08 deles caíram de preço. A maior queda   foi o açúcar refinado em  28,67%%, seguido do tomate comum em 14,19%, feijão carioca com queda de 14,03%, leite 13,84%, batata inglesa 13,54%, café em pó 11,23%, carne bovina 9,1% e óleo de soja com queda de 6,19%. . Por outro lado apenas 01 produto  subiu de preço, no caso a banana nanica,  com alta de 36,70%.

 

Com base no custo da cesta em julho  e considerando a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deva ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, é possível estimar mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

 

Assim, aplicando esta  mesma metodologia, o valor do salário mínimo ideal para que um trabalhador pudesse sustentar sua família no Vale do Ivaí,  deveria ser de R$ 2.877,85, muito distante da realidade e  uma utopia para os nossos dias atuais.

 

Logo, o trabalhador no Vale do Ivaí que ganhou um salário mínimo (R$ 937,00), precisou trabalhar 80,43    horas por mês, apenas para adquirir os produtos da cesta básica, consumindo o equivalente a 39,74% de sua renda líquida.

 

Chama a atenção a grande variação do comportamento de preços, mesmo em regiões próximas, como no caso de Londrina, onde a cesta básica, no mesmo período,  subiu 3,03%.  Mesmo assim o conjunto de produtos ficou abaixo do registrado no Vale do Ivaí, totalizando R$ 321,77, com a ressalva, segundo divulgado, que nesta pesquisa se considera, diferentemente do Dieese, o preço da margarina e não da manteiga.

 

Cândido Lourençon – economista e contador


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